Mostrando postagens com marcador Telefonia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Telefonia. Mostrar todas as postagens

Empresa cria celular feito de mármore

A fabricante de aparelhos de telefone de luxo Mobiado criou o CPT001. Ainda sem previsão de fabricação em massa, o aparelho é feito em mármore sólido letras e detalhes em ouro. O telefone tem uma tela de toques e os botões são todos feitos em ouro sólido. A empresa diz que o conceito é bastante não usual, mas o classifica como uma inovação e criatividade no design.
Fundada em 2004 em Vancouver, no Canadá, a Mobiado especializa-se no design e fabricação de aparelhos de celular com elementos de luxo, como peças em ouro ou com pedras preciosas, além de tecnologia avançada.

Celular tijolão volta ao mercado em versão folheada a ouro

O designer de produtos de luxo Stuart Hughes criou dez unidades do Privé, um telefone no estilo antigo do "tijolão" mas banhado em ouro 22 quilates. Apesar da aparência de telefone antigo, o Privé tem alta tecnologia, com mensagens, acesso à internet e tela LCD, rodeada com 76 diamantes. Custa o equivalente a R$ 374 mil.
Stuart Hughes é inglês e fundou sua própria marca, que leva seu nome, para criar produtos de tecnologia mas que andem em conjunção com o luxo. A produção é criada junto com sua esposa, Katherine. Para criar os layouts de seus produtos, os empresários evitam usar o computador porque, segundo eles mesmos, o efeito de uma recriação eletrônica é muito ilusório.

Celular será usado para localizar vítimas soterradas

Engenheiros alemães descobriram um novo uso para o telefone celular: localizar pessoas soterradas por avalanches de neve, deslizamentos ou em escombros de construções.
Embora já tenham ocorrido inúmeros casos de resgastes feitos graças a uma chamada que os acidentados fizeram utilizando o próprio celular, a tecnologia agora desenvolvida permite localizar pessoas desacordadas, que não são capazes ou que as condições não permitam o uso do telefone.

Localização de celular
As vítimas têm mais chances de serem salvas - principalmente em acidentes na neve - se os membros do seu grupo começarem a procurá-las imediatamente, já que sua chance de ser reanimada é muito pequena depois de meia hora.
A localização da vítima começa com a medição da intensidade do sinal transmitido pelo celular, que é tomado por amostragem em cinco pontos.
O sistema usa então um algoritmo de cálculo de alta precisão para localizar a fonte do sinal, indicando a localização da vítima soterrada com uma margem de erro muito pequena.
Posição relativa
Neste tipo de situação, a posição relativa da vítima em relação à posição da equipe de salvamento é mais importante do que a posição absoluta em relação às coordenadas globais, que podem estar sujeitas a imprecisões de medição típicas do sistema GPS ou Galileo - o sistema de GPS europeu.
O sistema foi projetado para produzir esse tipo de coordenada, dando à equipe de resgate a informação imediata e precisa sobre a direção a seguir e a distância em que a vítima pode ser encontrada.

GPS, Galileo e Glonass
Durante o desenvolvimento, os engenheiros estão utilizando o ambiente de testes do sistema de posicionamento global europeu Galileo.
O sistema Galileo ainda não está operacional mas, nas montanhas de Berchtesgaden, na Alemanha, um conjunto de seis antenas transmissoras simulam os sinais que serão gerados pelos satélites quando o Galileo estiver totalmente funcional.
Os pesquisadores pretendem combinar esses sinais de testes - e os sinais reais, a partir de 2012 - com os sinais dos sistemas de navegação por satélite já existentes - como o norte-americano GPS e o russo Glonass - melhorando a estimativa de erro e fazendo as devidas correções, para que as vítimas possam ser localizadas de forma ainda mais precisa.
O projeto está sendo implementado por um consórcio de empresas alemãs, institutos de pesquisas e universidades, com patrocínio da Agência Espacial Alemã, a DLR.

Samsung lança novo celular com Android nos EUA

O Samsung Behold II é o novo smartphone com sistema operacional Android que será vendido nos Estados Unidos até o final do ano. O aparelho (codinome SGH-t939) tem tela sensível ao toque e vem com a interface TouchWiz, desenvolvida pela fabricante coreana.
Nos EUA, o Behold II será oferecido apenas pela operadora T-Mobile. Suas configurações incluem uma tela AMOLED de 3,2 polegadas, acesso à rede 3G, Wi-Fi, Bluetooth, câmera de 5 megapixels com foco automático, GPS, tocador de MP3 e até 16 GB de memória (em um cartão externo).
Como outros aparelhos com Android, o Behold II tem acesso rápido a serviços do Google (busca, e-mail, mapas, YouTube e mensagens instantâneas).
A interface TouchWiz divide a tela em um cubo com atalhos para seis recursos multimídia, como música, fotos, vídeos, internet e download de músicas.
A T-Mobile não informou o preço sugerido do aparelho.

Celulares "movidos a Google" invadem o mercado

Na última semana, HTC e Samsung anunciaram o lançamento de celulares com sistema operacional Android no mercado brasileiro. Mas isso é apenas o começo, já que Motorola e Huawei também preparam seus aparelhos para chegar às lojas até o Natal.
A promessa dos fabricantes ao falar de Android é manter a vida do usuário sempre conectada. Os aparelhos contam com widgets e aplicativos que trazem as principais redes sociais (Twitter, Facebook, MySpace) para a tela principal do celular. Uma característica comum aos aparelhos já existentes no mercado com Android é a tela sensível ao toque, capaz de realizar ações multitoque (como dar zoom em uma página da web ou uma foto ao mover dois dedos, por exemplo).
¿Um smartphone hoje precisa ter uma tela de alta resolução, navegador HTML completo, conectividade em qualquer lugar, boa qualidade nas ligações e oferecer um sistema operacional capaz de realizar múltiplas tarefas simultaneamente¿, diz Sanjay Jha, CEO da unidade de celulares da Motorola. Determinados modelos vêm com teclado QWERTY integrado.
Câmera digital, filmadora, Wi-Fi, Bluetooth e GPS costumam ser recursos comuns aos aparelhos com Android, que ainda reproduzem vídeos e músicas em MP3 e navegam na internet com um browser similar ao do PC, incluindo acesso a páginas com animações em Flash. Além disso, dão acesso rápido a serviços do Google, como e-mail e mapas, e à loja Android Market, que vende aplicativos para o celular.
O primeiro celular com Android a ser lançado foi o G1, da HTC, que nunca chegou ao mercado brasileiro. Lançado em setembro de 2008 nos Estados Unidos, trazia o teclado integrado e um design diferente (com uma espécie de ¿queixo¿ em uma das extremidades) e foi o pioneiro entre os ¿Google phones¿.
Mas o próprio Google já disse que não pretende fabricar seus aparelhos e, apesar de ter criado o Android e incentivado o desenvolvimento do sistema, o Google é apenas mais um participante da Open Handset Alliance (OHA). Hoje, o Android é feito sob resoponsabilidade da OHA, entidade que reúne operadoras, fabricantes de celular e fornecedores de serviços. O Android, baseado no Linux, foi criado e é distribuído sob uma licença de código aberto.
Um ano depois do lançamento quase que exclusivo nos Estados Unidos, o Android começa a dar seus primeiros passos por aqui. Ainda em setembro, a Samsung coloca nas lojas seu smartphone Galaxy, modelo sem teclado, por um preço sugerido de R$ 1.799 (em um plano pré-pago). Esse modelo será vendido inicialmente pela Tim.
Em outubro, a HTC lança seu Magic, aparelho que não tem preço nem operadora definidos ainda. Apesar de ter outros modelos à venda nos EUA e na Europa ¿ entre eles o G1, o Hero e o Tattoo, nenhum com previsão de lançamento local -, o Magic chega ao Brasil com um recurso a mais: virá com a interface Sense, desenvolvida pela fabricante para o Hero, e que permite personalizar ao máximo as sete telas (uma central, três para a direita, três para a esquerda) do celular.
O final do ano reserva mais surpresas no mundo do Android ¿made in Brazil¿. A Motorola, que anunciou no início de setembro o lançamento do celular MotoDext, disse que lança o aparelho no ¿último trimestre¿ pela Claro no Brasil (e América Móvil no resto da região).
O Dext virá com o serviço MotoBlur, que integra redes sociais e serviços online ao aparelho, mas não está definido ainda um modelo de cobrançå para o MotoBlur. E a Huawei, que apresentou o modelo Pulse na Europa também no começo de setembro, também promete lançar seu smartphone com Android no País até o período de compras para o final do ano.
A LG também mostrou um modelo com teclado, o GW620, que sai na Europa no fim do ano, sem previsão para lançamento no Brasil ainda.
No Brasil, o Android Market está restrito, em um primeiro momento, a aplicativos gratuitos. Segundo o Google, a responsabilidade de venda de aplicativos pagos e da negociação com operadoras sobre a cobrança deles (direto na conta do celular ou via cartão de crédito) fica por conta da Open Handset Alliance, que não tem representante local.

Pulse é novo celular com Android da chinesa Huawei

A fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações Huawei vai vender seu novo smartphone Pulse na Europa a partir de outubro. O celular é movido a Android, sistema operacional do Google para dispositivos móveis.
O Pulse será vendido inicialmente pela operadora T-Mobile em oito países da Europa, incluindo Alemanha, Reino Unido e Holanda, entre outros. Seu preço não foi definido ainda.
O smartphone conta com tela multitoque de 3,5 polegadas, acesso a redes 3G e Wi-Fi, tem câmera de 5 megapixels, entrada para cartão de memória e fones de ouvido padrão e oferece ainda GPS e Bluetooth, além de acesso a serviços do Google.
O preço do Pulse não foi divulgado. A Huawei informou que lançar um aparelho com Android no Brasil até o final do ano, com o modelo U8220, em parceria com a operadora Tim.

Celular pode determinar amizade entre usuários no mundo real

Quanto um aparelho celular pode mostrar sobre uma amizade? Um novo estudo mostrou que as amizades podem ser pressupostas com 95% de precisão por meio de gravações telefônicas. E mais, os resultados não bateram com aqueles dados verbalmente pelos indivíduos estudados.
A pesquisa foi realizada com 94 usuários de telefone celular. A amostra é estatisticamente pequena para ser relevante cientificamente na parte social, mas ainda assim o estudo é válido como teste para essa nova maneira de coletar dados de pesquisa.
Em cada aparelho foi instalado um aplicativo espião que colheu as informações necessárias aos cientistas. "É invisível ao usuário, mas ele registra tudo: comunicação, localização do usuário e proximidade de outras pessoas, através de rastreamento por Bluetooth", disse Nathan Eagle, autor do estudo e pesquisador do Instituto Santa Fé, localizado nos Estados Unidos.
Também participaram da coordenação do projeto Sandy Pentland do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e David Lazer da Northeastern University em Boston.
Através da análise de padrões simples em registros de ligações e do número de vezes que os telefones estiveram juntos, foi possível aos pesquisadores determinar com 95% de acuidade quais dos voluntários eram amigos e quais não eram.
Além disso, segundo o site da BBC, aqueles que possuem os amigos próximos ao trabalho são mais felizes, enquanto aqueles que precisam telefonar para seus colegas estão menos satisfeitos com seus empregos.
Por mais estranho que pareça, as respostas obtidas pela análise dos registros - cuja coleta foi 100% automática - não combinaram com pesquisas "manuais" feitas com os usuários de telefone e interpretadas pelos pesquisadores. "Descobrimos que as respostas das pessoas eram totalmente diferentes", disse Eagle. "As pessoas que disseram que um indivíduo era um amigo superestimaram a quantidade de tempo que gastaram conversando. Mas para aqueles que não consideraram amigos, subestimaram o total de tempo gasto", completou.
Esse estudo mostra que os dados obtidos de um telefone podem ser uma rica fonte de informações sobre o comportamento social das pessoas, abrindo novas possibilidades para sociólogos, epidemiologistas e outros pesquisadores que queiram saber como as pessoas se conectam e interagem socialmente, noticiou o site New Scientist.
O documento foi publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences e todos os participantes analisados estavam de acordo com o fato de que teriam suas informações telefônicas registradas.

Designer desenvolve celular em Braille para deficientes visuais

O Braille Concept Phone é um celular universal conceito capaz de oferecer liberdade aos deficientes visuais na hora de fazer suas próprias ligações. O designer Seonkeun Park criou o produto a partir de um plástico eletroativo que facilitou a gravação das teclas em código Braille, segundo o blog 'Tuvie'. Assim, é possível até mandar mensagens de texto. O celular Braille é um dos vencedores do Red Dot Awards 2009, uma dos mais conceituados prêmios de design do mundo, lembrou o blog 'Like Cool'. (Foto: Reprodução)

Batalha dos celulares inteligentes pode impulsionar telas OLED

Ela consome pouca energia, oferece qualidade de imagem superior e era alardeada como o futuro das telas, mas a tecnologia das telas orgânicas não vinha sendo promovida com ânimo pelos fabricantes, até agora.
As telas de diodos orgânicos emissores de luz com matriz ativa (AM-OLED) começaram a surgir, com atraso, nos celulares inteligentes mais caros porque os fabricantes decidiram usar essa tecnologia como forma de conquistar vantagem em um setor no qual a concorrência é feroz e recursos importam mais que o preço.
A Samsung Electronics, segunda maior fabricante mundial de celulares e principal proponente da tecnologia, tem oito modelos que oferecem telas orgânicas, e planeja lançar cerca de 10 outros até o final do ano.
Nos Estados Unidos, o modelo Impression é vendido via AT&T, e a Sprint Nextel também vai oferecer ao menos um aparelho Samsung que usa a tecnologia AM-OLED.
A líder mundial na fabricação de celulares, Nokia, está oferecendo seus modelos N85 e N86, de alto preço, com telas AM-OLED, para enfrentar rivais como a Research in Motion e a Apple.

Preço e desempenho
Os adeptos da tecnologia dizem que embora as telas para celulares AM-OLED sejam cerca de 50% a 80% mais caras que as telas de cristal líquido (LCD) convencionais, e seu preço elevado tenha impedido a produção em massa, talvez a hora delas, enfim, tenha chegado.
"Creio que o aspecto econômico da questão seja algo irrelevante", disse Ben Wood, analista da CCS Insight, uma empresa de pesquisa sobre comunicação sem fio. "É um verdadeiro diferencial. Prevejo que todos os grandes fabricantes oferecerão modelos com AM-OLED dentro de 12 meses."


Mas a produção das telas é mais cara e está restrita a apenas alguns fabricantes, primordialmente a Samsung Mobile Display, que detém 97%.
"Não tenho dúvida do crescimento (da AM-OLED) em longo prazo. Mas não estou certo que todos os participantes seguirão imediatamente a trilha aberta pela Samsung", disse Oh In-bum, analista da Dongbu Securities.

Celular é feito para o Twitter e "fala" com Macs

A fabricante inglesa de celulares INQ lançou dois novos modelos de aparelhos que se conectam rápido a redes sociais, com recursos de integração com o Twitter e sincronização de mídia com PCs e Macs.
Os dois modelos, Chat 3G (com teclado) e Mini 3G, contam com acesso à rede 3G e já vêm prontos para funcionar como modem. Ambos contam com integração nativa ao Twitter, com um aplicativo desenvolvido em parceria com os criadores da rede de 140 caracteres. As atualizações de status no Twitter aparecem direto na tela principal do telefone.
Além do Twitter, os modelos da INQ contam com programas de acesso rápido ao Facebook, Skype e mensagens instantâneas. Os dois celulares sincronizam mídia (música, vídeo e fotos) direto do Windows Media Player, no PC, ou do iTunes, no Mac.
O Chat 3G oferece GPS integrado, câmera digital de 3,2 megapixels, além do teclado. O Mini 3G tem uma câmera de 2 megapixels. Ambos aceitam cartões de memória de até 8 GB para armazenamento de dados e permitem trocar a capa traseira com sete opções de cores.
Os celulares da INQ serão lançados no fim do ano no Reino Unido e em Hong Kong. O preço não foi informado.

Adolescente rastreia ladrões com aplicativo do iPhone e chama a polícia

Um adolescente conseguiu localizar uma notória família de criminosos que roubou seu iPhone após registrar o smartphone da Apple em um site de rastreamento móvel. O caso ocorreu no Colorado, nos Estados Unidos.
Dustin Simantob, de 15 anos, tinha habilitado o aplicativo 'Find My iPhone' para o seu aparelho da nova versão 3GS, que permite ao usuário rastrear e apagar conteúdo pessoal do telefone, em caso de perda ou roubo.
Quando o aparelho foi furtado do carro do seu pai, Dustin foi capaz de encontrar a localização exata do smartphone através do site, desenvolvido pela MobileMe.
"Meu pai e eu estávamos em um passeio de barco, e quando nosso grupo voltou aos seus carros, os quatro [veículos] tiveram janelas quebradas e todos os seus pertences levados", contou Dustin ao site do jornal "Daily Mail".
Depois de terem registrado o caso na delegacia mais próxima, o garoto lembrou que tinha instalado o aplicativo de rastreamento. Ao chegar em casa, ele entrou no site e obteve as informações sobre o iPhone roubado.

Dustin então acabou descobrindo que o smartphone estava em uma casa próxima ao local do roubo e chamou a polícia.
"Assim que eu falei o endereço, ele [o policial] começou a rir. Aparentemente, a família tinha feito algo do tipo antes e a polícia local tentou prendê-los, mas nunca teve prova de que eles eram os culpados", contou o jovem detetive.

"Dessa vez eles tinham prova. Então, quatro policiais foram até a casa e conseguiram recuperar nossos telefones, minha carteira e o GPS, que tinham sido roubados do nosso carro", comemorou o adolescente.
Além disso, a polícia local recuperou mais dois celulares e uma carteira que haviam sido roubados dos outros carros do grupo de turistas. E a família criminosa acabou presa.

Aplicativo para iPhone ajuda usuário bêbado a 'andar na linha'

Uma marca de cerveja holandesa acaba de lançar um aplicativo para o iPhone, da Apple, que promete ajudar o usuário alcoolizado a 'andar na linha'. Batizado de 'Walk the Line', o aplicativo - criado pela equipe da Marvellous para a cerveja Grolsch - foi lançado no Festival de Jazz de North Sea, na Holanda.

O software transforma o iPhone em um medidor de aceleração, que avalia a caminhada do usuário em uma linha reta. Durante o festival holandês, os bebedores foram desafiados a usar a novidade, que avalia a performance dos usuários com uma pontuação que vai de 0 a 100.

Quem não conseguiu completar a prova com sucesso foi aconselhado a descansar e beber um pouco de água para tentar recuperar o equilíbrio. Já quem mostrou estar 'na linha' ganhou uma foto especial como recompensa.

A Grolsch ressalta que o aplicativo serve apenas como diversão e uma forma de incentivar o consumo responsável de bebida alcoólica, não devendo ser usado como um teste de nível alcoólico de verdade.

De acordo com os desenvolvedores, o 'Walk the Line' estará disponível a partir de agosto na App Store, loja on-line de aplicativos da Apple.

Celular mais leve do mundo começa a ser vendido

O celular Modu começou a ser vendido pela operadora israelense Cellcom nesta terça-feira. Pesando apenas 40 gramas, o aparelho foi criado pelo pai do pendrive, Dov Moran, e será lançado na Europa, Ásia e América Latina. Segundo o Guinness, o Modu é o celular mais leve do mundo.

Diferente de outros celulares, o Modu é modular: sua parte central se encaixa em outras capas (chamadas "jackets") para assumir novas funcionalidades, como tocar MP3 em alto-falantes externos, tirar fotos, mostrar imagens em um porta-retratos ou ver mapas em um sistema de GPS.

O Modu, com conectividade GSM/GPRS apenas, tem um teclado de sete botões, Bluetooth e 2 GB de memória interna. Inicialmente, a Cellcom vai vender o aparelho apenas pela internet por cerca de US$ 125 (equivalente a pouco mais de R$ 237), mas deve expandir a linha até o fim do ano. Ao comprar o aparelho, o consumidor escolhe sua "jacket" favorita e uma bolsa para carregar o aparelho.

Relógio-telefone põe o celular no seu pulso

O Samsung S9110, anunciado hoje na Coréia, é mais um modelo de telefone-relógio a chegar ao mercado. O produto, que será vendido inicialmente na França por 450 euros, não é a primeira tentativa da Samsung nesse diferente formato: em 1999, a companhia lançou seu primeiro relógio-fone, o SPH-WP10, com 20,5 mm de espessura.

O S9110 é bem menor que seu parente distante: tem 11,98 mm de espessura (ou 2 mm a menos que seu concorrente direto, o LG GD910, anunciado no começo do ano) em uma carcaça de alumínio com pulseira de couro. Sua tela, sensível ao toque, tem 1,76 polegada e o celular conta com conectividade Bluetooth e recursos de reconhecimento de voz.

O aparelho sincroniza e-mails, músicas e dados com o computador, mas para falar no S9110 é preciso ter um fone Bluetooth: não dá para sair na rua falando com seu pulso. O celular-relógio também não conta com recursos de videochamada, para seu dono sair na rua pensando que é o Dick Tracy.

Anel que vira fone bluetooth deve ser lançado em 2010

Imagine receber um telefonema em seu anel, retirá-lo de seu dedo e usá-lo como um fone bluetooth para atender a chamada? Este é o conceito do The Orb, um OLED – sigla para Organic Light-Emitting Diode ("Diodo orgânico emissor de luz ou fotoemissor", em português) – que promete, além da função descrita acima, mostrar informações sobre a ligação, calendário e SMS voz/texto.

A idéia dos OLEDs é usar diodos orgânicos, compostos por moléculas de carbono que emitem luz ao receberem uma carga elétrica. A vantagem é que ao contrário dos diodos tradicionais, essas moléculas podem ser diretamente aplicadas sobre a superfície da tela, usando um método de impressão.